A importância da qualidade no material dos implantes dentários

A Cada ano são colocados em Espanha, entre 300.000 e 400.000 implantes dentários, de acordo com dados da Sociedade brasileira de Periodontia e Osteointegração (SEPA). Os implantes são substitutos das raízes dos dentes ausentes ou perdidos por qualquer causa (acidente, doença, maus cuidados…) para colocar sobre estes implantes, coroas e resolver assim a sua função de mastigação e estética.
O normal é que sejam fabricados de titânio quimicamente puro, embora, ultimamente, também se posicionaram no mercado de zircônio, e são colocados dentro do maxilar ou da mandíbula. A osteointegração do implante (98% deles conseguem integrar-se no osso maxilar) é o processo pelo qual o implante se une ao osso. Os implantes dentários atuais não têm data de validade conhecido e nos tratamentos em que são usados demonstram resultados óptimos de duração, conforto, estética e fiabilidade.
O titânio é um material muito resistente na boca, biocompatível, o que favorece a osteointegração, altamente resistente ao trabalho envolvidos e que é mais leve que a maioria dos materiais de construção, por sua baixa densidade.
Quanto ao zircônio, de recente aparição no mercado, basta apontar que os estudos isnad como um material de resultados semelhantes ao titânio, também com boa aceitação biológica e cuja tendência na clínica é a usá-lo na parte anterior da boca, por estética e por essa semelhante capacidade de osteointegração. Além disso, é usado em pacientes alérgicos ao titânio.
Quanto custam os implantes?
Os preços dos implantes são variados, dependendo do centro odontológico, de formação do profissional e dos materiais empregados. Trata-Se de buscar o equilíbrio entre pagar o justo e garantir a qualidade do tratamento, desconfiando sempre de ofertas.

Para saber qual o tipo de implante colocar, o paciente deve submeter-se a exames médicos e de diagnóstico, que indicam o seu estado geral de saúde e o de sua boca. Um correto diagnóstico tudo isso irá assegurar a gestão e o sucesso do implante. A diferença de preços entre os implantes, sejam do material que seja, não justifica a disparidade de preços existentes no mercado.
O que um paciente deve saber sobre os implantes é que tipo de implante é que vai colocar você e o porquê. Assim, o melhor e mais prático é que procure um dentista de confiança e se deixar aconselhar por ele e não por as ofertas das clínicas ‘low-cost’, tão em moda ultimamente.
Outra chave, a saber: os implantes devem cumprir os critérios de qualidade da União Europeia, mas também devem contar com um suporte científico e pesquisador, que endossa o seu uso e previsibilidade para o tratamento. O implante deve contar com o apoio de uma completa investigação a longo prazo, para que saibamos que dentro dos parâmetros de saúde é um implante com uma alta taxa de sucesso a longo prazo.
Como cuidam os implantes?
Uma boa higiene oral é essencial para a manutenção dos implantes, independentemente do material de que são constituídos. Além disso, deve-se evitar prestar atenção a possível ocorrência de periimplantitis uma vez osteointegrados, que é a perda de osso ao redor do implante e a que se deve colocar freio se você não quer perder também o implante dentário.
Ir periodicamente ao dentista para verificar implantes e estado geral de saúde da boca é fundamental para garantir o sucesso de um implante.
Em resumo:
Todos os implantes colocados no mercado devem cumprir alguns requisitos mínimos garantidos pela União Europeia e os controles de qualidade da marca CE.
Sua qualidade é importante, mas não o é menos o profissionalismo do dentista, o que os coloca, a saúde oral do paciente e o estado geral de saúde do mesmo.
As empresas que comercializam os implantes fazem centenas de testes in vivo e in vitro, para verificar a sua qualidade, eficácia e segurança.
Tenha sempre em mente que tudo que é barato, no final, sai caro. Em tratamentos de implantes dentários, também.