Gripe A: beijar ou não beijar?

Neste blog de saúde, voltamos a nos deter sobre uma das questões mais mediáticas dos últimos meses: a gripe A. Com a chegada da pandemia mundial são muitas as perguntas que lhe surgem, fruto do alarmismo zona industrial com o que nos atingem. Desta vez, voltamos a refletir sobre a gripe A: beijar ou não beijar?

Essa alarme social nasce, possivelmente, as recomendações do Ministério da Saúde, aquelas que indicavam não dar a mão ou dar beijos. Claro, diante disso, os cidadãos, que somos provenientes dos alarmistas, por natureza, nos perguntamos se realmente isso é necessário, é dizer: como beijar ou não beijar?
À margem dos muitos benefícios de saúde que fornecem os beijos (os quais não vamos descrever), algo que está mais que comprovado e estudado é que os dois beijos que temos por hábito dar na sociedade espanhola é uma tradição tão enraizada que seria difícil imaginar ter que banir por causa da gripe A. Dar beijo é uma demonstração de afeto e de um costume social, que, como todas, não é fácil de apagar.
Evidentemente, o principal motivo pelo qual recomenda-se não beijar é para evitar o contágio. É sabido que através do beijo, simplesmente pelo contato próximo face-face entre as duas pessoas que vão cumprimentar, você pode transmitir os germes e microorganismos. Mas claro, é curioso que não há mais chances de contrair gripe A através de um aperto de mão, outro dos hábitos que o Ministério chama a evitar.