Gripe A H1N1 en Argentina (III)

Este blog saludno quer perder a passagem à situação da Argentina em relação à Gripe A H1N1, que já é mais do que evidente que está em uma fase complicada. Como em outras ocasiões, foi informado sobre as novidades e figuras do último momento desta doença que já provocou 429 mortes no mundo, 60 delas registradas em território argentino, de acordo com os dados oficiais da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Ainda é alarmante a situação que se vive na Argentina com um alto número de casos confirmados de Gripe A (H1N1) e com um elevado número de mortos, que o posiciona no terceiro lugar do ranking dos países com mais mortes por esta doença.
Já foram tomadas várias medidas, e nas próximas horas são esperadas mais, para tentar normalizar este mau momento que está vivendo em território argentino. Por exemplo, foram suspensos todos os shows por vários dias e foi decretado feriado de saúde para o próxima sexta-feira, 10 de julho. Para isso, há que apesar da recente incorporação ao gabinete ministerial argentino do doutor João Luis Manzur que se fez cargo do Ministério da Saúde, após a saída da dr.ª Graciela Ocaña.
De acordo com dados oficiais da OMS, foram relatados 2.485 casos de Gripe A em território argentino e que 60 pessoas morreram por causa desta doença. Estes números coincidem com as fornecidas pelo Ministério da Saúde argentino.
Se bem que estes são os números do próprio organismo internacional e a Secretaria de Estado, vários meios de imprensa falam de mais de 100.000 casos e que 90% dos casos de gripe detectados na Argentina são produto do vírus H1N1, superando amplamente os casos de gripe comum ou sazonal. Isso sim, seja qual sejam os verdadeiros números, não é difícil perceber que a situação da Argentina é muito complexa e que a Gripe A (H1N1), está sendo tema central na agenda política do país, bem como nas capas de todos os jornais, sites de Internet e nos noticiários de televisão e rádio.