Gripe A: presente e futuro

Este blog de saúde informou que nos últimos meses sobre a Gripe A H1N1, a primeira pandemia do século XXI. Por um lado, o Hemisfério Norte se prepara para a chegada do outono, por outro, o Hemisfério Sul se alegra de que, por fim, deixou o inverno para dar passagem para a primavera austral. Perante este cenário, o que deverá enfrentar o mundo nos próximos meses com relação à Influenza A?
Segundo as últimas estatísticas oficiais divulgadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), através de seu site oficial, o vírus H1N1, causador da Gripe A, já afetou cerca de 277.607 pessoas em todo o mundo. É importante acrescentar que, segundo informou a web, já são 3.205 os mortos por causa de complicações decorrentes desta doença que não dá trégua às autoridades dos países do mundo, sem exceção.
A OMS publicou dados que expressam que, em vários países do Hemisfério Sul, onde dentro de pouco tempo entra a primavera, a actividade gripal está diminuindo, mas há outros que ainda têm números elevados. Pelo contrário, no Hemisfério Norte, a actividade gripal é variável. É importante destacar que nessa zona do mundo está a chegar o outono.
Muitos se perguntam o que acontecerá nos próximos meses com relação a esta doença que, de acordo com dados oficiais, provocou mais de 3.200 mortes.
A OMS recomenda aos países do Hemisfério Norte que se preparem para uma segunda onda de propagação da pandemia, informou o site do órgão internacional, que acrescentou que isso também deve ser levado em conta pelas nações de zonas temperadas do Hemisfério Sul, que devem estar atentos.
É importante acrescentar que o vírus H1N1 não foi alterado, de acordo com o site da OMS, que acrescentou que isso significa que, de acordo com estudos realizados, o mesmo não foi mutado, nem se tenha feito mais letal.