O Mal de Alzheimer

Filmes como O Filho da Noiva-Juan José Campanella, estrelado por Héctor Alterio e Ricardo Darín dão mostra as dificuldades que têm que contornar as famílias que são afetadas pelo malde mal de alzheimer. No entanto, todos aqueles que convivem com a doença no dia a dia sabem o que é a realidade.
Na semana passada se comemorou o Dia do mal de Alzheimer, uma doença que afeta 20 milhões de pessoas em todo o mundo. As faculdades cerebrais das pessoas que dela padecem parecem esvaziadas até causar a sua morte. A Organização Mundial da Saúde (OMS) não augura boas notícias para atenuar a doença do que com os anos vai afetando um maior número de pessoas, em sua maioria, maiores de 65 anos.
O mal de alzheimer é uma doença degenerativa que é classificada como uma louca, progressiva e irreversível. Os primeiros sintomas são a perda momentânea de memória, desorientação no tempo e no espaço e diminuição das funções intelectuais. O doente de alzheimer chega a não poder reconhecer seus entes queridos, e até mesmo a ele mesmo.
A origem do mal de alzheimer é indeterminado. Daí que seja muito difícil acabar com ele. Os médicos recomendam comer alimentos antioxidantes, como frutas ou vegetais, além de nozes, passas e peixe azul. É importante manter-se ativo mentalmente: fazer exercícios de memória, palavras cruzadas, sudoku, ler normalmente, fazer exercícios e estudar algum idioma. É totalmente desencorajado o consumo de tabaco, álcool e drogas.
O mal de alzheimer afeta pessoas com mais de 65 anos, embora os primeiros sintomas aparecem com 40 ou 50 anos. No início, o doente tem perdas de memória momentâneas, isto é, não sabe para onde se dirige, não lembra o caminho que deve seguir ahacia um lugar habitual ou confunde a noite e o dia. A deterioração da memória é gradual, mas está associado com alterações no estado de humor e os sintomas de cansaço. Posteriormente, o doente de alzheimer começa a ter dificuldades para expressar-se ou vestir-se por si mesmo. Os sintomas podem agravar-se até chegar a não reconhecer seus entes queridos, perguntar por pessoas já falecidas ou até mesmo ignorar quem são ou foram.